Blog do Almirante

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

O time do amor!


Não haveria nenhum jeito melhor de vencer a partida contra o Amércia RN que não fosse de virada.


Afinal, somos do time da virada, somos do time do amor.


E o time da Virada, virou mais uma.


E a virada começou ano passado, quando colocamos nosso maior ídolo no comando do nosso maior amor.


A virada começou quando contratamos Rodrigo Caetano, que por sua vez contratou Dorival Júnior, que por sua vez montou um time, senão brilhante, senão dos nossos sonhos, valente e valoroso.


A virada começou quando a torcida Vascaína, a melhor do mundo, abraçou o time, colocou sobre os ombros e decidiu conduzi-lo novamente em seu lugar, nem que fosse na marra.


Somos o time da virada, somos o time do amor.


Amor que emanou dos nossos corações.


Amor que nos fez vestir a camisa Vascaína de cabeça em pé.


Amor que nos uniu ainda mais.


Não houve nenhum outro ano em que tenhamos amado mais o nosso Vasco.


E não basta amar, tem que participar.


Lotamos estádios por todo Brasil.


Pintamos o país de cruz de malta.


A virada, que começou no meio do ano passado, foi concluída pelos pés de Alex teixeira.


Que também fez sua virada de promessa para realidade.


Viramos o jogo, nos reiventamos e saímos mais fortes e mais gigantes do que já éramos.


O Vasco voltou, e agora eu quero ver quem segura!
Se é que alguém será capaz...


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Foi ruim, mas tá bom


Quando a luz se acabou, o Vasco vencia o campinense por 1 a 0, gol marcado pelo artilheiro Élton em cobrança de pênalti. Antes disso até, Allan já havia sido expulso de maneira infantil ao dar um leve, levíssimo, pisão no pé do adversário que encenava uma contusão de grandes proporções num gesto de igual anti-desportividade. O jogo entre o campeão contra o rebaixado, que tinha tudo para ser um jogo tranqüilo, esteve bem quente. Faltas atrás de faltas e poucas oportunidades criadas. O campo atrapalhava demais as duas equipes fazendo com que o jogo ficasse muito físico. São os percalços da série b.

O segundo tempo mal começava e veio o apagão. E lá em campina grande deve ter havido um apagão geral também, pois pelo que apurei depois, fora o gol incrível perdido pelo Adriano, que assisti quando ainda tinha luz, a outra chance mais clara do Vasco no jogo foi no último lance, em cobrança de pênalti. E me diz aí, por que cargas d’água o cobrador de pênalti é o Ernani? Talvez seja uma iniciativa do grupo, de querer que um jogador que nunca fez e faz gols também deixe sua marca. Se o álibi era esse, que se escolhesse o Fernando Prass. Mas tudo bem, o ano já acabou faz muito tempo e nada agora será capaz de me aborrecer, nem mesmo esse futebolzinho que nosso time joga.

Mas não posso deixar de agradecer a torcida Vascaína, mais uma vez fazendo com que cada pedaço desse Brasil se torne a casa do Vasco. Seja aqui no sudeste ou lá na Paraíba, o sentimento nunca parou! Meus sinceros agradecimentos a torcida do Vasco, 2010 vem aí, e o Gilberto pode ser uma boa hein...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Sim! Nós temos um ídolo!


Quando disseram que viria para o Vasco, fiquei com uma pulga atrás da orelha.

Os seus adjetivos não eram dos melhores, apesar de todos terem a plena consciência que com uma bola no pé o cara sabe tudo.

Problemático, desagregador, bad boy.

Para alguns, um enganador, sobrevivendo de firulas e toques de letra.

Um caso deveras curioso é verdade.

Quando adversário, apenas me causava repúdio.

Catimbeiro, firuleiro, um enganador de marca maior.

Mas ele veio para o Vasco.

Para a nossa imensa sorte.

Aos poucos eu vi que tê-lo nesse time era uma benção.

Uma espécie de oásis de talento.

Percebi que ele não era um firuleiro.

E agora faço o mea-culpa, por ter pedido aos meus volantes que lhe distribuíssem pancadas para ver se ele aprendia a ser homem.

Me envergonho disso.

Homem ele sempre foi, e mostrou esse ano ser um exemplo de homem.

Vestiu a camisa como poucos a vestiram.

Honrou a cruz como nós fazemos.

Abraçou a idéia e foi abraçado pela imensa torcida bem feliz.

Não seria justo se no jogo do acesso ele não estivesse presente.

E foi dos pés dele que saiu o gol salvador.

O golaço do ano só podia sair dos pés do craque.

E pela primeira vez no ano, ele beijou o escudo.

Não um beijo falso.

Um beijo igual ao que damos nas nossas camisas. Um beijo carregado de verdade.

Sim! Nós temos um ídolo!

Sim! Nós temos um capitão!

Sim! Carlos Alberto agora é Vascaíno!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

A Virada do Século - por João Vitor Carvalho


Se existe uma característica em mim que chama a atenção, esta é a passionalidade. Quando o assunto é futebol, e especialmente o nosso Vasco, dou um bico pra escanteio na razão sem o menor pudor e me entrego de corpo e alma as emoções que só uma pelota de couro é capaz de produzir.


Poderia inventar uma história, uma que fosse deveras mais emocionante do que a minha verdadeira. Poderia até dizer que estive no Palestra naquele jogo histórico, e quem dera eu estivesse. Pensando melhor, eu estive. Não de corpo presente, mas meu espírito estava lá. O meu e o de 15 milhões de Vascaínos apaixonados, empurrando nosso amor mais antigo e mais sincero rumo a mais uma glória, apenas mais uma, das tantas que a nossa incomensurável sala de troféus reflete. Poderia inventar, mas contarei a minha. Talvez não seja a mais emocionante, a mais curiosa, a mais bem contada, mas é a minha.


Tinha eu meus 12 anos à época, e esperava ansioso o final da novela das 8 que, naturalmente, não me recordo o nome. O que importava de fato era a final que viria na sequência. Um confronto entre 2 dos maiores clubes do país, o embate Rio X São Paulo novamente em questão, Vasco e Palmeiras, Bacalhau e Porco, disputando uma taça internacional de grande valia.Rolava a bola no palestra, rolava a bola no meu coração.Meio segundo de peleja foi mais que o suficiente para que meu sofá se transformasse em arquibancada. Sofá que nesse caso, e em outros tantos, era mero decorativo, pois que eu me lembre, nunca consegui assistir a um jogo, ainda mais desse quilate, sentado numa poltrona. Não sou um torcedor contemplativo, sou participativo. Mais participativo e mal educado do que os ouvidos da minha mãe e da vizinhança gostariam. Ainda não inventaram palavras para substituírem a contundência de um palavrão bem dito. E esse dia eu disse todos!


O Palmeiras vinha pra cima, empurrado por sua apaixonada torcida. Tão logo, veio o primeiro o gol Palestrino, dos pés certeiros do paraguaio Arce. Mal a torcida verde comemora, e Magrão faz o segundo. Perto do fim da primeira etapa, Tuta coloca o terceiro no placar. Ainda não inventaram nada que me provoque mais mal humor do que levar um gol de um sujeito tão ruim de bola como o Tuta. Os 3 a 0 fechavam a conta do primeiro tempo, e do jogo, como ousariam afirmar os céticos. Se eu dissesse que acreditava na Vitória, estaria mentindo tanto quanto se falasse que a essa altura não chorava copiosamente. Minha mãe tentava me consolar, em vão. O que ela poderia dizer pra me animar? Que o Vasco iria virar a partida? Que faríamos o impossível? Sou passional, mas não a ponto de delirar, não nesses níveis melhor dizendo. Não queria mais saber do jogo. Troquei o canal. Fui me divertir com a burrice alheia assistindo “show do milhão”. Divertir não é bem a palavra, fui me refugiar. Desfiz até o santuário que costumava transformar minha televisão. Apaguei as velas, devolvi a santinha pro seu lugar, os barquinhos, o papagaio de porcelana, a minha pedra da sorte voltou pra gaveta. Não sou religioso, longe disso, sou só mais um maluco apaixonado cheio de manias e superstições que transformava a cada jogo a própria TV numa “salada turca”. De acordo com a importância da partida, mais apetrechos adornavam a telinha.


O segundo tempo começava enquanto eu ainda enxugava as lágrimas da tristeza, e me entretia com a ignorância que só o Silvio Santos é capaz de expor na televisão. A cabeça continuava lá no Palestra e o espírito de lá também não arredou o pé. Nem eu, tampouco o “Alviverde Imponente” poderiam supor que muita luta ainda o aguardava. Tínhamos um timaço. Tínhamos Juninhos, tínhamos Romário, e tínhamos fé, traduzida fielmente pelo anônimo com seus galhos de arruda no parque e pela “salada turca” da minha televisão, que voltou a ser rearrumada logo assim que Romário descontou. Meu pai foi um dos poucos que desde o começo dizia que esse jogo seria do Vasco. Talvez só cumprindo seu papel de pai, ao ver o filho Vascaíno desolado. Mas quando, novamente de pênalti, Romário trouxe a diferença para 1 gol, não precisava-se de muito para acreditar que a vitória era possível. Não seria mais um devaneio acreditar no impossível O tempo passava, minhas conversas com a santa na TV se intensificaram, os copos com água com açúcar desciam fáceis, assim, como água com açúcar. O gol não saía. Quem saía era meu coração, pela boca quase. E o impensado acontece. Juninho Paulista, um monstro nessa decisão, empata a partida. Já seria o suficiente para transformar em histórica essa noite. A torcida Vascaína faz festa no Palestra. Juninho pernambucano, outro monstro, bate no peito e convoca os torcedores presentes e os espíritos Vascaínos a entrarem em campo.


Quando Viola pega a bola na esquerda, parte decidido para o meio da área, vou junto com ele. A bola sobra pra Juninho paulista, que chuta pro gol. A bola desvia e sobra pra Romário, e de repente, vê- se a luz, o impossível, o improvável esta prestes a consumar-se. 15 milhões de Vascaínos, todos ao mesmo tempo, se transportam para dentro da reluzente cruz de malta no peito do nosso baixinho, e chutam a bola pro fundo da rede. É gol do Vasco! É gol dos Vascaínos! É grito que acorda os vizinhos! É lagrima de alegria! É coração em disparada! É felicidade! é chopp que se derrama no chão! É beijo na cruz! Beijo na Mãe, no Pai, no irmão, na namorada! É emoção que não se traduz! É noite que vira dia! É buzinasso pela rua! É orgulho! É paixão! É amor! É a certeza de feito a escolha certa! É a certeza de torcer pelo melhor, insuperável, incomparável, imaculado e apaixonante Club de Regatas Vasco da Gama!





História Enviada para o Livro " A Virada do Século"


envie tb a sua!

sábado, 31 de outubro de 2009

Campeões desde 2008


O campo do estádio Castelão não é aquilo a que podemos chamar propriamente de pasto, mas é algo que se aproxima muito disso. Há de concordar que praticar futebol sob o calor escaldante da bela capital cearense, em um campo tão inóspito como aquele, não é das tarefas mais fáceis. O resultado só poderia ser esse mesmo, uma enormidade irritante de passes errados, embora não tenhamos assistido a um jogo morno, mas sim bastante movimentado. O placar de 1 a 1 ficou até de bom tamanho, por mais que ambas as equipes tenham tido outras oportunidades de balançar as redes. Tivesse um pouco mais de calma e precisão no último passe, poderíamos tranquilamente ter saído com a vitória sobre o risível time do Fortaleza. A se destacar positivamente, a valentia da equipe do Vasco, que fez o melhor que pôde diante das condições. Negativamente, a contusão horripilante de Rodrigo Pimpão. Torçamos para que tenha sido apenas um susto.

Na última vez em que visitamos o Castelão, o campo conseguia se encontrar em condições mais impraticáveis do que as encontradas hoje. Meu nível de adrenalina também em muito difere daquele quando da partida contra o Ceará. Naquele dia estava uma pilha, estávamos na segunda rodada ainda do campeonato, tempos em que pra nós a vitória já era suficiente. Ninguém lamentava-se pelo futebol tosco da nossa equipe, quer dizer, só os chatos de sempre. No jogo de hoje me dei ao luxo de assistir deitado em meu sofá, apenas contemplando, sem maiores alterações de humor e com preocupação zero. O narrador fazia questão de a todo momento nos lembrar dos números, chegando a cometer o absurdo de dizer que o vareio que levava o Guarani da Lusa era um mau resultado para o Vasco. Vê se pode? O Vasco já subiu como campeão, e isso não foi hoje, não foi ontem e nem será sábado que vem no Maracanã. O Vasco foi campeão da Série B desde que o Vitória nos empurrou ladeira abaixo no fim do inglório ano de 2008. Portanto, Matemáticos, ocupem-se com seus polinômios e logarítimos, e deixem o nosso Vasco quieto.

Sábado próximo é dia de festa no Maracanã, é dia de lotar o maior do mundo e mostrar ao mundo todo o tamanho do nosso amor, mais uma vez. Todos estão convidados para a festa. No palco, nossos guerreiros, que merecem nossos sinceros aplausos, e o penetra juventude, que vai se arrepender de ter vindo ao Rio.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Coluna de estréia no Supervasco( Domingo no ar, mas vc lê aqui antes)


Mas quem é você?


Olá torcida Vascaína! Eu sou João Vitor Carvalho, um torcedor de arquibancada igualzinho a vocês, com a única de diferença de ser metido a escritor. Apenas um rapaz comum, que transita entre o jornalista e o “pitaqueiro” de botequim. Tenho 21 anos,como quase todo rapaz sonhei em ser jogador de futebol e como não deu em nada estou cursando o terceiro período de comunicação na Faculdade Estácio de Sá, aqui em Petrópolis, onde nasci e fui criado. A partir desta semana, estarei todos os domingos com vocês passando minhas impressões e opiniões acerca do nosso querido Vasco da Gama. Em minhas colunas você não terá informações privilegiadas, não saberá dos bastidores do clube, e raramente me verá falando de política. A política eu deixo para os políticos, o que não me impede de ter minhas posições bem estabelecidas. Não preciso nem dizer qual é, vocês perceberão.


Meu negócio sempre foi falar de futebol. Sem muita onda, rodeios e gracejos. Dificilmente vou preferir uma metáfora ao invés de uma frase direta. Logo aviso que não tenho aqui a pretensão de falar pela nação Vascaína, falo por mim e olhe lá. Se você se identifica com que escrevo, sinta-se a vontade para fazer suas as minhas palavras. Caso contrário, esteja confortável para discordar com a veemência que seja do seu agrado, desde que com respeito. Falta de educação e bom senso não serão tolerados por aqui. Comentários desse naipe conhecerão o potencial da tecla “delete” do meu computador . Sejamos cordiais e façamos desse espaço uma arena para o debate sadio. Lembremos sempre que todos nós somos Vascaínos e, independente as opiniões contrárias, todos queremos o bem do nosso amor mais antigo.


O que você acha do atual elenco do Vasco e o que esperar do futuro?


Fraco. Incapaz de cumprir nossa vocação de grandeza, mas que para série B esteve de excelente tamanho. Um grupo que embora carente de qualidade, entregou-se de corpo e alma a nossa causa e nos devolveu sem muitas dificuldades a elite do futebol brasileiro. Muito por conta do trabalho de primeira linha executado pelo nosso brilhante e competente Rodrigo Caetano e pelo não menos competente Dorival Júnior, que terá em mim sempre um fiel defensor enquanto merecer como merece.


Chega a ser redundante falar que precisamos de vários reforços para a próxima temporada. Atacantes para serem titulares, um meia para jogar com Carlos Alberto, uma dupla de zaga, um volante pelo menos. Isso para começarmos a conversar. Se o Dorival tirou leite de pedra esse ano, tenho muitas esperanças quanto ao que ele pode fazer com um elenco de nível de Vasco, que todos nós esperamos, queremos e cobraremos que o Vasco tenha. Em outra coluna, antes mesmo de ser efetivado e ter minha fotinha e descrição ali em cima (hehehehe), disse que queria fazer jus à música que cantamos nos estádios. Até onde me lembro, “ eu vou torcer pro Vasco ser campeão”. E para isso, antes de mais nada, precisamos ter um Vasco de verdade para torcer, coisa que não tivemos durante alguns tenebrosos anos, uma década quase. Período que podemos chamar de década perdida. Que a próxima, então, seja a do milagre Vascaíno.

Isso não é papo de Fundamentalista Vascaíno, embora o nome do meu blog pessoal sugira que eu seja um (http://www.fundamentalismovascaino.blogspot.com/), é uma questão de natureza estritamente numérica e histórica. Em todas as décadas, fora o hiato da década de 60, semelhante a esse desses tempos, marcamos presença forte em todas as demais.A sensação que o Vascaíno deve ter ao final do Ano é de felicidade e dever cumprido. Nada além de nossa obrigação vencer a série B com o pé nas costas, mas a felicidade provém da esperança de um futuro melhor. O Vasco é um novo clube. Não tem mais aquele ranço de amadorismo e tampouco (Graças a Deus!) aquele cheiro insuportável de charuto. Aos poucos a nova administração da uma nova cara ao nosso clube, uma cara profissional que muito me agrada. Homens sérios como Dorival jr e Rodrigo Caetano trouxeram credibilidade ao Vasco, e hoje, finalmente, podemos dizer que temos um projeto, temos ambições. Muita coisa precisa mudar, o buraco na série A é mais embaixo, e necessitamos de muitas melhoras em nosso elenco se quisermos ser quem somos. Somos o grande Vasco da Gama, nunca ficamos bem no papel de coadjuvantes, nunca importou para nós competir. Desde 1923, quando nossos negros, mulatos e operários atropelaram os “players” da aristocracia carioca, tivemos nosso destino selado. Nascemos para superar obstáculos, nascemos para vencer. Cumpramos, pois, nossa vocação.


Vejo o Vasco hoje no caminho certo, e para alguns isso é ser bovino. Para mim não. Enxergar isso é simplesmente não ser tacanho. Quem não enxerga que o Vasco esta voltando aos poucos ao caminho certo, das duas uma: Ou não torce para o Vasco, ou pior, torce contra.


Agradecimentos.


Gostaria de encerrar essa coluna agradecendo ao pessoal do Supervasco. Ao Marcelo Coelho, que publicou alguns dos meus textos aqui; ao Elisvaldo, dono do site, que aprovou a minha entrada nesse seleto grupo de colunistas; ao Hélio Ricardo, que certa vez divulgou meu blog em uma de suas colunas, o que me deixou verdadeiramente orgulhoso; Ao Marcos Peressoni, que foi quem de fato me fez o convite; e agradeço desde já o seu comentário, caso ele venha.


Saudações Vascaínas de só mais um Vascaíno e somente isso.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

De volta pra casa

Desculpem a todos que acompnham o Blog, mas não tive tempo nesse fim de semana de escrever sobre a vitória do Vasco ante ao Bahia . Vitória que nos devolveu a primeira divisão.

O Vascão voltou e o ano de 2010 já começou!

Prometo uma análise mais elaborada durante essa semana.

Saudações e vem cá, que GOLAÇO o do Élton hein!!

Dessa vez ele calou minha boca.